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Oferecemos produtos em todos os segmentos de seguros, tanto para clientes pessoa física, como para clientes corporativos. Não somos apenas vendedores e sim indicadores de qualidade em seguros, pois temos como diferencial o acompanhamento constante e uma ampla consultoria.

NOSSOS VALORES

Essa busca é o que nos dá garantia de sucesso e a certeza de que estamos atendendo nossos clientes de forma correta e equilibrada.

O que queremos é promover a qualidade de vida, segurança e confiabilidade de nossos clientes.

Oferecemos produtos em todos os segmentos de seguros, tanto para clientes pessoa física, como para clientes corporativos.

Levar importantes inovações para os clientes e oferecer o melhor em tecnologia de seguradoras.

POR QUE FAZER UM SEGURO?

Se você já realizou algumas conquistas na vida, como uma família, um emprego, a casa própria ou um carro, a ideia de fazer seguros já deve ter lhe ocorrido. E junto com ela, a dúvida: vale a pena gastar todo mês com proteção ou é jogar dinheiro fora? A psicóloga Valéria Maria Meirelles, de São Paulo, tem a resposta na ponta da língua: “Eu faço seguro de tudo, porque morro de medo de perder o que tenho. Foi tão difícil conquistar…”.

Esse medo da perda já fez Valéria contratar produtos pouco conhecidos, como o seguro para reforma. “Não dá para prever se a reforma no seu apartamento vai danificar a casa do vizinho ou estourar algum cano do prédio. Como minhas despesas são contadas, não posso me dar ao luxo de ter gastos extras com reparos não planejados”, esclarece, trazendo outra visão para quem pensa que seguro só deve ser feito por gente com dinheiro de sobra.

Esse é o primeiro mito que costuma estar associado à ideia de contratação de seguro. Há vários outros que levam muitas pessoas a questionar ou abandonar a ideia de ter uma proteção para si e seus dependentes. Confira.

Mito 1: Seguro só serve para quem tem muito dinheiro

Fato: Na realidade, o seguro é uma forma de compartilhar riscos coletivamente. Quem tem dinheiro para bancar uma eventualidade é justamente quem menos precisaria fazer seguros. O produto é útil principalmente para quem não tem de onde tirar recursos se acontecer um imprevisto. Cada pessoa paga uma parte do prêmio, e quando houver uma ocorrência, o dinheiro de todos será direcionado para cobrir as despesas do segurado que foi afetado pelo sinistro.

Dica: Compare o valor das prestações do seguro com o prejuízo que teria no caso de uma ocorrência e veja se você tem dinheiro para cobrir sozinho as despesas. Se não tiver, é melhor prevenir.

Mito 2: Nada vai acontecer comigo

Fazer seguros não era um hábito de Valéria, até que um fato despertou essa necessidade. “Eu só fazia seguro de automóvel, mas morava perto do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde, de tempos em tempos, aconteciam acidentes horríveis. Mesmo assim, não achava que algo ia ocorrer comigo. Uma vez, o apartamento que ficava dois andares acima do meu pegou fogo. Aquilo acendeu um sinal vermelho, pensei: Se eu perder este imóvel, vou precisar de quantos anos para ter outro? Estava muito vulnerável”. Essa reflexão levou Valéria a buscar proteção.

Fato: Viver é correr riscos e eles estão sempre por perto, mesmo que você não queira olhar para eles. Esperar algo acontecer para tomar uma providência sairá bem mais caro do que prevenir.

Dica: Faça uma lista de tudo o que você já conquistou e, ao lado de cada conquista, enumere os riscos que podem comprometer seu patrimônio.

Mito 3: Seguro de vida só serve para os herdeiros

Seguro de vida não serve só para momentos de dificuldade, como doença ou perda de entes queridos. Ângela, por exemplo, usa o seguro resgatável para ter outras tranquilidades. “Ele pode proteger meu filho que está em formação, caso eu falte, ou ser usado para gastar comigo. Comecei a pensar em desacelerar meu trabalho, mas sempre tive a preocupação em deixar bens para meu filho e me sentia mal quando pensava em gastar o dinheiro que seria dele um dia. Procurei alternativas e resolvi fazer um seguro resgatável. Assim, enquanto ele precisar de mim terá proteção, mas quando ele for independente, posso resgatar uma parte e aproveitar como quiser”, explica Ângela.

Fato: A cobertura depende das características do produto que será contratado. Existem seguros resgatáveis nas diferentes fases da vida e que podem beneficiar o próprio titular.

Dica: Pesquise as opções, converse com um corretor e procure conhecer bem as cláusulas e coberturas. Ângela, que além de economista também é planejadora financeira pessoal, dá outra dica importante: “sempre informe o seu seguro se ocorrer alguma mudança em sua vida. Se você tiver uma doença, começar a fumar ou sofrer um acidente durante a vigência do seguro de vida, a seguradora precisa

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